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"São saudades de um mundo contente feito céu estrelado. Feito flor abraçada por borboleta. Feito café da tarde com bolinho de chuva. Onde a gente se sente tranquilo como se descansasse num cafuné. Onde, em vez de nos orgulharmos por carregar tanto peso, a gente se orgulha por ser capaz de viver com mais leveza."
Ana Jácomo
Ana Jácomo
'Podemos escolher o que queremos criar. Onde demoramos mais
os nossos olhos. Com o que alimentamos o nosso coração. O que
propagamos sutilmente no mundo.'
Ana Jácomo
os nossos olhos. Com o que alimentamos o nosso coração. O que
propagamos sutilmente no mundo.'
Ana Jácomo
'Podemos escolher o que queremos criar. Onde demoramos mais
os nossos olhos. Com o que alimentamos o nosso coração. O que
propagamos sutilmente no mundo.'
Ana Jácomo
os nossos olhos. Com o que alimentamos o nosso coração. O que
propagamos sutilmente no mundo.'
Ana Jácomo
'Não é raro, tropeço e caio. Às vezes, tombo feio de ralar o coração todinho.
Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.'
Ana Jácomo
Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.'
Ana Jácomo
'A gente pode rir dos tombos que você levou na rua e daqueles
que levou na vida, dos quais a gente somente consegue rir muito depois,
quando consegue.'
Ana Jácomo
que levou na vida, dos quais a gente somente consegue rir muito depois,
quando consegue.'
Ana Jácomo
'Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, (...)
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho
a ideia da alegria.'
Ana Jácomo

"Houve um momento em que o aperto foi tão extremo e aflitivo
que eu imaginei não conseguir suportar. Eu nem sabia que, exatamente naquele ponto, a natureza tecia asas para mim, em silêncio,
mas foi lá que senti que eu era feita também para voar.
O aperto, entendi somente depois, era uma espécie de morte,
um prenúncio da transformação, uma ponte que me levaria a outro modo de ser"
Ana Jácomo
que eu imaginei não conseguir suportar. Eu nem sabia que, exatamente naquele ponto, a natureza tecia asas para mim, em silêncio,
mas foi lá que senti que eu era feita também para voar.
O aperto, entendi somente depois, era uma espécie de morte,
um prenúncio da transformação, uma ponte que me levaria a outro modo de ser"
Ana Jácomo
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